Arquivo mensais:junho 2014

Sem medo de empreender

Empreender é ir muito além do conhecimento técnico do que você faz bem. É, na verdade, se preocupar com tudo que envolve o negócio, especialmente a gestão. Logo, elaborar um verdadeiro plano de negócios é imprescindível, para que o objetivo de empreender seja feito de maneira consciente, e não uma fuga.

Desta forma, os riscos são reduzidos – embora nunca deixem de existir -, e as chances de sucesso são maiores, exatamente porque haverá um plano fundamentando toda a estratégia do negócio. Na confecção do plano, é recomendável estabelecer deadlines verdadeiros e factíveis para curto, médio e longo prazo, e nunca ter agendas ocultas.

E, acima de tudo, administrar a ansiedade.

Como elaborar um plano de negócios eficiente?
Pesquisar, pesquisar e pesquisar
Pesquisar o maior número de informações sobre o mercado que deseja atuar, a fim de amealhar subsídios para traçar um diagnóstico e estimar possíveis cenários. Buscar compreender desafios e oportunidades, conversando com pessoas [colegas, empreendedores no mesmo ou em outros ramos, que tenham dado certo], potenciais clientes, especialistas em empreendedorismo e na área que deseja atuar, levantar dados do mercado, e assim por diante.

Analisar as informações levantadas
Buscar identificar onde estão as oportunidades, quais caminhos deixar de lado, e quais rotas seguir. Procurar definir a estratégia do negócio [generalista ou segmentado/nicho], onde os seus clientes buscam informações sobre o produto/serviço que você vende [redes sociais ou contato pessoal, por exemplo], definir um modelo de apresentação ao mercado, etc.

Tomada de decisão
Escolher qual caminho seguir, após avaliar de maneira muito sincera prós e contras, e em seguida partir para a ação, que começou a ser construída na ‘análise de informações’ e continua nesta etapa, com o detalhamento do plano de negócios.

Neste ponto específico, trabalhar com os 4Ps do marketing: Produto [o que venderei]; Praça/Mercado [para quem venderei]; Preço [como cobrarei, que estratégia de cobrança adotar]; e Promoção [como divulgar o produto/serviço, onde encontrar os clientes].

Por fim, o que você pode pedir para outras pessoas?
Você pode pedir coisas…
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E…, jamais, pedir emprego ou dinheiro.

* Ronaldo Luiz é jornalista com mais de doze anos de experiência em redação e comunicação corporativa. Especializado em produção de conteúdo nas áreas de agronegócio, meio ambiente, economia e recursos humanos. Pós-graduado em comunicação organizacional e sustentabilidade e governança corporativa. 

Facebook é amizade e família; Linkedin é negócios; Twitter é formador de opinião

O Facebook é a rede social digital preferida para conversar com os amigos e familiares. Por sua vez, o Linkedin é mais usado para contatos de negócios. Já o Twitter é utilizado para interação com experts/formadores de opinião.

É o que aponta a pesquisa “A Network For Every Interest”, realizada pela IPG Media Lab, empresa com sede em Nova York e San Francisco, nos Estados Unidos.

Saiba mais clicando aqui.

Fonte: Tracto

 

Companhias consideram rede social meio eficaz

Nos últimos anos, companhias de todo o mundo passaram a criar perfis nas redes sociais e a contratar agências de publicidade e de monitoramento para desenvolver relacionamento com consumidores e avaliar as relações dos clientes com suas marcas. No Brasil, informa a repórter Cibelle Bouças, do Valor Econômico, a maioria das empresas de grande porte considera que o uso das mídias sociais tem sido eficaz, como indica um estudo realizado pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) com companhias de grande porte associadas à entidade.

De acordo com o estudo, 62% das empresas consideram o uso de espaços corporativos em redes sociais eficaz. Para 48,8% dessas empresas, o principal benefício obtido com as redes sociais é o aumento do conhecimento da companhia, de seus produtos ou serviços. Também para 48,8% das companhias, o uso das redes sociais contribui para criar uma percepção mais favorável da empresa.

Outro fator positivo indicado por 46,3% das empresas é uma melhor compreensão dos clientes em relação à companhia e aos seus produtos e serviços. Outro benefício citado por 34,1% das empresas é o desenvolvimento de atividades de marketing e comunicação direcionadas aos consumidores.

“As companhias têm feito cada vez menos uso de mídias tradicionais, como jornais, boletins e revistas, em detrimento de redes sociais”, afirmou Paulo Nassar, diretor presidente da Aberje. O executivo considerou, no entanto, que as companhias ainda aproveitam pouco o potencial das redes sociais. “A disseminação de informações nas redes sociais ainda está muito ligada à necessidade de resultados econômicos de curto prazo. Há poucas iniciativas de apresentar a cultura da empresa e fazer um monitoramento que tenha como meta descobrir oportunidades de mercado e possíveis fraquezas da companhia”, afirmou Nassar.

Em resumo, as empresas usam as redes sociais para fazer propaganda, e não para desenvolver relacionamento com consumidores e potenciais clientes.

Nassar considerou que uma das causas possíveis para o baixo aproveitamento das redes sociais como ferramenta de comunicação é a ausência de profissionais qualificados para esse trabalho. De acordo com a pesquisa, 29% das empresas de grande porte realizam programas de treinamento relacionados a mídias sociais para seus empregados. No caso das empresas que realizam treinamento, os principais temas abordados nos cursos são engajamento (85%), mensuração de resultados (69%) e operação básica dos canais (66%). Temas como monitoramento de demandas e identificação de tendências ficam em segundo plano.