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20 métodos de marketing digital e mídias sociais para marcas do agronegócio – Volume 1

Imagem_postA ComResultado Conteúdo & Comunicação de Resultados preparou um e-book, com 20 métodos de marketing digital e mídias sociais para marcas do agronegócio. Este primeiro volume traz estratégias para Facebook e Twitter. O segundo volume, que sairá em breve, abordará Google+, SEO, Linkedin e Youtube.

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Companhias consideram rede social meio eficaz

Nos últimos anos, companhias de todo o mundo passaram a criar perfis nas redes sociais e a contratar agências de publicidade e de monitoramento para desenvolver relacionamento com consumidores e avaliar as relações dos clientes com suas marcas. No Brasil, informa a repórter Cibelle Bouças, do Valor Econômico, a maioria das empresas de grande porte considera que o uso das mídias sociais tem sido eficaz, como indica um estudo realizado pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) com companhias de grande porte associadas à entidade.

De acordo com o estudo, 62% das empresas consideram o uso de espaços corporativos em redes sociais eficaz. Para 48,8% dessas empresas, o principal benefício obtido com as redes sociais é o aumento do conhecimento da companhia, de seus produtos ou serviços. Também para 48,8% das companhias, o uso das redes sociais contribui para criar uma percepção mais favorável da empresa.

Outro fator positivo indicado por 46,3% das empresas é uma melhor compreensão dos clientes em relação à companhia e aos seus produtos e serviços. Outro benefício citado por 34,1% das empresas é o desenvolvimento de atividades de marketing e comunicação direcionadas aos consumidores.

“As companhias têm feito cada vez menos uso de mídias tradicionais, como jornais, boletins e revistas, em detrimento de redes sociais”, afirmou Paulo Nassar, diretor presidente da Aberje. O executivo considerou, no entanto, que as companhias ainda aproveitam pouco o potencial das redes sociais. “A disseminação de informações nas redes sociais ainda está muito ligada à necessidade de resultados econômicos de curto prazo. Há poucas iniciativas de apresentar a cultura da empresa e fazer um monitoramento que tenha como meta descobrir oportunidades de mercado e possíveis fraquezas da companhia”, afirmou Nassar.

Em resumo, as empresas usam as redes sociais para fazer propaganda, e não para desenvolver relacionamento com consumidores e potenciais clientes.

Nassar considerou que uma das causas possíveis para o baixo aproveitamento das redes sociais como ferramenta de comunicação é a ausência de profissionais qualificados para esse trabalho. De acordo com a pesquisa, 29% das empresas de grande porte realizam programas de treinamento relacionados a mídias sociais para seus empregados. No caso das empresas que realizam treinamento, os principais temas abordados nos cursos são engajamento (85%), mensuração de resultados (69%) e operação básica dos canais (66%). Temas como monitoramento de demandas e identificação de tendências ficam em segundo plano.

 

Internet ultrapassa jornais e revistas na preferência do produtor rural

Os produtores rurais estão cada vez mais conectados na Internet, revela a “6ª Pesquisa Comportamental e Hábitos de Mídia do Produtor Rural Brasileiro”, divulgada nesta quarta-feira (14), em São Paulo (SP).

De acordo com o levantamento, que contemplou 2.581 entrevistas presenciais com produtores de todo o País das principais atividades agropecuárias, o uso da Internet saltou de 30% – verificado no levantamento anterior em 2010 – para 39% em 2014, ultrapassando a leitura de jornais (34%) e de revistas, sejam segmentadas no agro (23%) ou de interesse geral (36%).

“De cada dez produtores, quatro usam a Internet”, afirmou diz Diego Oliveira, diretor da Ipsos Media CT, coordenador técnico do estudo, encomendado pela Associação Brasileira de Marketing Rural & Agronegócio (ABMR&A). “O avanço da Internet no agro é espelho do que já se constatou nas cidades.”

Segundo Daniel Baptistella, presidente da ABMR&A, justamente pela sua natureza ágil é que a Internet vem ganhando terreno frente aos veículos impressos. “A revista impressa, por exemplo, demora a chegar no campo, e aí a Internet como traz a informação online ganha espaço e relevância”, diz.

Para Baptistella, o avanço da Internet no agro é significativo, mas ainda é pouco se for considerada a demanda que existe, mas que está reprimida. “A infraestrutura de telecomunicações no campo ainda precisa, e muito, ser melhorada para que a conexão à rede deslanche ainda mais.”

Em termos de plataformas, os acessos dos produtores são feitos primordialmente por computadores [desktops/notebooks] (71%). Em seguida, aparecem os smartphones (19%), celular convencional (7%) e tablets (4%).

Entre os endereços mais acessados, destaque para as redes sociais, especialmente o “Facebook” (93%), seguido do correio eletrônico “Hotmail” (20%) e da ferramenta de busca “Google” (14%).

Fonte: Sou Agro/Portal Terra

Analista de marketing online é um dos cargos mais promissores para 2014

Levantamento da Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, aponta que a função de analista de marketing online é uma das mais promissoras para 2014.

Segundo a consultoria, o aumento da demanda por profissionais – estimado entre 15% a 25% – na área de marketing online cresce com a mesma velocidade da internet. As empresas usam redes sociais, sites, e-commerce, blogs como canais de comunicação estratégicos, assinala a pesquisa.

De acordo com a Page, esses profissionais deixam de fazer parte de uma área de suporte e operacional para fazerem a análise de indicadores e, mais que isso, conseguem direcionar o planejamento estratégico de marketing da empresa/cliente.

Para a consultoria, clientes hoje buscam por profissionais para ajudar na análise de métricas e direcionamento do plano de marketing online com um bom perfil analítico, boa comunicação e desenvoltura, já que serão responsáveis por gerar indicadores para áreas de tomada de decisão.

Redes sociais ganham terreno como fonte de pautas para os jornalistas

As redes sociais desbancaram o tradicional “press-release” enviado às redações como a principal fonte de pautas para os jornalistas. É o que aponta a recém lançada pesquisa “Sondagem EVCOM Nacional de Jornalistas: a relação entre repórteres e assessores”.

Produzido pela agência EVCOM, o levantamento consultou 318 jornalistas de todo o País. Do total, 56% disseram que os releases não são mais usados com frequência em reuniões de pauta. Por outro lado, 53% afirmaram que recorrem às redes sociais para procurar fontes ou pesquisar pautas.

Ou seja, o release perdeu o protagonismo como fonte para captura de informações e fontes para futuras matérias. Acesse a íntegra da pesquisa, clicando aqui.